Ontem as esperanças eram altas para o regresso do Sporting à liga após interrupção para jogos internacionais. E como a convocatória deixava já adivinhar houve revolução quase total no onze titular, algumas alterações justificadas outras nem tanto mas o certo é que era necessário mexer e houve coragem para o fazer.
O jogo começou mal, com uma interpretação a meu ver excessivamente rigorosa do árbitro que deu origem ao primeiro golo do Paços e que assinalou o começo da dualidade de critérios como já vem sendo hábito nos nossos jogos.
Logo de seguida encostámos o adversário às cordas até ao apito para o intervalo, mas sem gerar nenhum golo.
Voltámos a entrar anestesiados no jogo e novamente de bola parada os anfitriões aumentaram a vantagem para 2 - 0 num lance em que Rodriguez fez muito má figura.
Até aos 70 minutos o Sporting andou perdido, e os adeptos já desesperavam. Mas nada fazia prever o que se passou de seguida. Izmailov numa insistência dentro da área faz aquilo que muitos pensaram ser o golo de honra para o Sporting. No entanto via-se que os jogadores não queriam ficar por ali. Elias, com o seu faro de ponta-de-lança de formação, recebe na área para o segundo com uma finalização perfeita.
O recém entrado Van Wolfswinkel levou todos os sportinguistas ao delírio com aquilo a que eu chamo um golo à matador. Após um centro longo e curvo o holandês surge inesperadamente ao segundo poste e encosta de primeira como só um verdadeiro avançado sabe fazer.
Primeira vitória na liga e como diz Elias: "O campeonato do Sporting começou hoje"








